
1/17/2009
Fomos homenageados com este troféu!

1/09/2009
Neve na escola
Nevou na nossa escola!!!
Quer dizer, nevou em Braga...mas nós estávamos a chegar à escola, quando começou a nevar. Primeiro pequenos pontinhos brancos caíam do céu! Mas, pouco depois, pareciam pedaços de algodão... e, num instante, a relva do nosso recreio parecia um manto branco. A nossa professora e os outros professores estavam tão felizes como nós! Então, não só nos deixaram ir apalpar a neve, como também foram connosco fazer bonecos e bolas de neve e até atiraram uns aos outros. Naquele momento, não éramos só nós as crianças! Os professores também pareciam crianças! Foi tão bonito!
Foi uma manhã inesquecível...
Carta ao escritor José Saramago
Competências: Aprender a escrever uma carta e a preencher um envelope.
Actividades: Escrever uma carta ao autor da obra "A maior flor do mundo".
Hoje escrevemos uma carta ao escritor José Saramago. Porquê? Porque quando ouvimos o seu conto "A maior flor do mundo", ele começou por dizer que não tinha jeito para escrever para
Publicamos aqui a nossa carta e quando recebermos a resposta, pois estamos convencidos que vamos ter uma , pro
"A maior flor do mundo" de José Saramago
Actividades: Ouvir ler a Obra "A maior flor do Mundo" de José Saramago; fazer o reconto oral; fazer o reconto escrito; gravação dos recontos; reconto gráfico de uma parte da história que mais gostaram.
Ontem ouvimos ler o conto "A maior flor do mundo" de José Saramago.
Na sua história, José Saramago diz não saber escrever para crianças. Realmente o conto tinha muitas palavras difíceis! No entanto, a história foi lida pela nossa professora estagiária e leu-a tão bem... nós conseguimos perceber a história, do princípio até ao fim! Após termos ouvido a leitura, passamos ao reconto oral. A Alice começou a contar e quando ela se esquecia de algum pormenor importante, cada um de nós ia acrescentando o que faltava. Conseguimos contar tudo de tal forma, que a nossa professora até nos deu os parabéns.
Hoje fizemos o reconto por escrito! No final, cada um leu o seu trabalho e, entre todos, escolhemos oito para serem aqui publicados e lidos pelos seus autores.
Era uma vez um menino que vivia na aldeia. Certo dia o menino decidiu atravessar o rio Nilo e o monte. Viu muitas flores, mas uma estava murcha. foi vinte vezes ao rio e enchia as mãos quanto podia, mas chegava lá com três gotinhas de água e foi assim que a flor começou a crescer.
O menino já cansado deitou-se ao pé da flor e adormeceu de seguida.
Os pais e toda a restante família do menino estavam preocupados, pois ele não avisou ninguém para onde ia. Nunca se lembraram que existia aquela flor! Assim que se lembraram olharam para lá e foram a correr para ver se ele lá estava. Foi aí que o encontraram e disseram-lhe que, mesmo que seja por um bom motivo, deve-se avisar para onde se vai e com quem.
A partir desse mesmo dia o menino nunca mais saiu de casa sem avisar os pais e sem o consentimento deles.
Trabalho de:
Alice Brandão
O menino olhou para a flor e ficou com pena dela. Então pensou que tinha que ir buscar água para regar a flor, para ela não morrer.
O menino atravessou outra vez a floresta e trouxe água do rio nas suas mãos, mas como era longe só conseguiu regar a flor com três gotas, mas a flor cresceu, o menino voltou ao rio, regou, e a flor voltou a crescer, o menino ia e vinha, e com apenas algumas gotinhas de água a flor cresceu, cresceu e ficou enorme.
Então o menino olhou para a flor e sorriu, ela estava enorme! Toda a gente a podia ver. Cansado de tantas viagens deitou-se ao pé da flor e adormeceu.
A flor olhou para o menino e como agradecimento fez-lhe sombra e com uma pétala cobriu-o.
Já tarde os pais preocupados procuravam o menino por toda a parte, e de repente olharam e viram uma flor enorme.
Então os pais foram ter com a flor e viram o seu filho a dormir ao pé da flor. Abraçaram-no e levaram-no para casa.
Iara Silva
| Inês.mp3 |
De árvore em árvore a brincar foi-se desviando de sua casa. Atravessou um grande rio, até que foi parar a uma montanha, onde encontrou uma pequena flor murcha.
Para lhe matar a sede, o menino foi muitas vezes ao rio, para ir buscar duas ou três gotinhas de água de cada vez, nas mãos, para regar a flor.
A flor cresceu e ficou grande, bonita e dava muita sombra. O menino estava tão cansado de tantas vezes ir ao rio que adormeceu debaixo de uma pétala.
Os pais e as pessoas da aldeia foram à procura dele, mas não o encontraram. Foi então que ao longe viram uma grande flor, numa montanha.
Os pais e as pessoas da aldeia foram até à montanha e viram o menino deitado debaixo da flor.
Em forma de agradecimento a flor tapou o menino do calor, pois ele tinha-lhe dado uma nova vida.
Trabalho de:
| Sara.mp3 |
| Marcelo.mp3 |
O livro é destinado às crianças mas José Saramago pretende, através dele, mostrar alguns símbolos e pequenas coisas a que os adultos devem dar mais importância. Os adultos não devem pensar só em si mas criar esperanças e valores.
E se as histórias para crianças passassem a ser de leitura obrigatória para os adultos? Seriam eles capazes de aprender realmente o que há tanto tempo têm andado a ensinar?José Saramago
Marcelo Oliveira
12/11/2008
Texto Dramático
Actividades: Recolha dos conhecimentos prévios dos alunos acerca dos diferentes tipos de texto- Leitura conjunta de informações relevantes acerca do texto drámatico (em power point)- Colocação de dúvidas e perguntas relativas a esse tipo de texto- Realização de um guião de exercícios acerca do teatro
Para podermos fazer correctamente a nossa peça de teatro na Festa de Natal tivemos de estudar e pesquisar muito sobre o Mundo do Teatro pois, tal como nos diz a Professora Fernanda, "para sermos bons actores não basta dizer as falas..."
Por isso, vimos uma apresentação em Powerpoint que explicava o que é o texto dramático, para que serve, quando é que dizemos que se muda de acto ou de cena, o que são as didascálias, entre outras coisas.
Foi muito divertido! Agora só nos falta preparar a roupa e o cenário e ensaiar muito até à Festa de Natal!
12/06/2008
Postal de Natal

Hoje o nosso texto era diferente. Mostrava-nos um postal e tínhamos que o preencher, de acordo om as orientações. Para além disso, também nos dizia para fazermos um postal. E fizemos... Começamos por recortar estrelas de diferentes cores e tamanhos!

Em seguida recortamos pequenos pedacinhos de esponja e fomos colando n
as estrelas, sobrepondo umas sobre as outras, desde as maiores para as mais pequenas, ficando estas em alto relevo. Nós adoramos fazer este trabalho! Vejam o resultado!



E então?!...
Estão ou não estão bonitos?
11/27/2008
O Ferreirita Socorrista!
- conhecer algumas regras de primeiros socorros;
- recortar/colar/desenhar elementos para uma construção:
Actividades:
Após a Palestra da Enfermeira Diana e o reconhecimento de algumas regras de primeiros socorros decidimos construir a nossa própria caixa dos Primeiros Socorros "O Ferreirita Socorrista"!
Para isso, construímos uma caixa, forrámo-la e enfeitámo-la com diversos materiais (papel-autocolante, cartão, cartolinas, etc.)
Fizemos igualmente umas divisões na caixa para podermos arrumar, de maneira organizada, os vários medicamentos.
Este trabalho demorou algum tempo mas achámos que valeu muito a pena!
Foi muito divertido!
11/21/2008
A Galinha Ruiva II
Actividades: Inventar um conto a partir de imagens dadas; ilustração do conto; selecção do conto, da ilustração e das vozes para a gravação, para postar no blog.
11/19/2008
Os sólidos geométricos
11/17/2008
A Galinha Ruiva
Actividades: Visualizar a história; referir as personagens, o tempo e o lugar; recontar a história tendo em atenção a introdução, o núcleo (desenrolar da história) e o desenlace (fim da história; explicar a moral do conto; criar uma história com a mesma personagem principal, mas com alterações quer nas restantes personagens, quer no núcleo e no desenlace.
A Galinha Ruiva, por Fernanda Barroso
11/16/2008
Palestra com o Sr. Lopes (bancário)
23 de Outubro que recebemos na nossa escola o Sr. Lopes, pai do nosso colega André, para nos falar sobre a moeda única, o euro.Como achamos que o tema não era muito próprio para os colegas mais pequenos, apenas convidamos para assistir à palestra os nossos colegas dos 3º e 4º anos.

Como é bancário, explicou-nos o que é como funciona um banco.
Simulou uma situação entre o bancário, e dois clientes. Um depositava dinheiro e o outro fazia um empréstimo.
Explicou como se preenchia um cheque!
E no final, e já na sala, ofereceu-nos uma lembrança. Uma esferográfica
muito fixe! Até dava luz!Ficamos a saber muitas coisas, como por exemplo como se abre uma conta, para que serve ter uma conta ban
cária, como se pode movimentar a conta, enfim, coisas que nos podem vir a fazer falta, um dia mais tarde... Mas o que realmente foi importante para nós, foi ver todas as notas e todas as moedas que existem. Ficamos a saber também que as notas são iguais em todos os países que têm o Euro e que as moedas também têm uma face comum. No entanto, têm uma face nacional que apenas diz respeito ao país de origem.A turma agradece ao pai do André não só a disponibilidade mas, também, a paciência que teve connosco, respondendo a todas as perguntas que lhe íamos colocando.
11/10/2008
O Infante D. Henrique
O Infante D. Henrique, contado por Fernanda Barroso.











